Os cursos de Especialização em Jornalismo Cultural e Jornalismo Esportivo estão com inscrições abertas até 31 de janeiro. Confira abaixo os editais e detalhes dos cursos.
Faculdade de Comunicação Social – UERJ
A Faculdade de Comunicação Social (FCS) da UERJ é reconhecida pela excelência em seus cursos e pela formação de profissionais críticos e éticos. Destaca-se como a única universidade pública do Rio a oferecer Relações Públicas e tem um prestigiado curso de Jornalismo, com egressos amplamente recomendados no mercado.

Os cursos de Especialização em Jornalismo Cultural e Jornalismo Esportivo estão com inscrições abertas até 31 de janeiro. Confira abaixo os editais e detalhes dos cursos.

O Grupo de Trabalho Contra Assédios e Discriminações (GTCAD/FCS), oficializado pela Portaria FCS/09/2025, acaba de divulgar um formulário para levantar informações sobre ocorrências de assédios e discriminações no ambiente interno da Faculdade de Comunicação Social. O levantamento servirá também para mapear quais são os entendimentos e conceitos que as pessoas atuantes na FCS (discentes, docentes, técnicas, terceirizadas e voluntárias) mobilizam quando falam sobre assédios e discriminações.
O questionário é totalmente anônimo e servirá para formulação de uma Política Interna de Combate aos Assédios e Discriminações. Esta é a primeira ação de um conjunto maior de iniciativas planejadas pelo GTCAD. Esperamos que suas respostas possam auxiliar na construção de uma FCS mais inclusiva e aberta a todas as pessoas.

O Departamento de Relações Públicas (DRP) acaba de divulgar a Terceira Pesquisa com Egressos do Curso de Relações Públicas da Faculdade de Comunicação Social (quadriênio 2020-2024). O levantamento analisa a trajetória dos graduados após a conclusão do curso, principalmente em relação ao seu ingresso ao mercado de trabalho. Coordenada pelo professor Fausto Amaro, a investigação considerou para a análise os seguintes tópicos: a empresa em que os egressos atuam, os cargos que ocupam e o segmento de atuação. Foram também considerado o percentual de efetivação através do estágio, assim como tempo no trabalho atual e a complementação da formação.
Os resultados completos da pesquisa estão disponíveis neste link.
O Projeto Visus Decoloniais e o Grupo de Pesquisa Trama, em parceria com o Laboratório de Fotografia (Labfoto), promovem, na próxima quinta-feira (04/12), oficina de fotografia popular com Francisco Valdean (16h) e roda de conversa com Monara Barreto (18h).
Oficina de Fotografia Popular
Francisco Valdean é fotógrafo popular, artista visual, pesquisador das imagens da Maré e professor substituto no Instituto de Artes da UERJ. Desenvolve projetos autorais focados nas paisagens cotidianas das favelas e subúrbios cariocas. É doutor em Arte e Cultura Contemporânea (PPGArtes-UERJ) e mestre em Antropologia Visual (PPCIS-UERJ). Foi coordenador geral do projeto Imagens do Povo no Observatório de Favelas. Em 2019, fundou o Museu da Imagem Itinerante da Maré (MIIM), um museu que funciona em uma caixa de papelão que reúne um acervo históricopoético da Maré. É autor do livro “Imagens da Maré – Narrações Fotográficas da Favela”.
Roda de Conversa
Monara Barreto atua como coordenadora do Acervo fotográfico Digital do Programa Imagens do Povo do Observatório de Favelas, tema deste encontro. Monara é Bibliotecária Curadora de dados no repositório Saberes Populares ICICT-Fiocruz, Mestre em Ciência da Informação pelo Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação IBICT – UFRJ. É formada em Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação pela UFRJ e fotógrafa formada pela Escola Fotógrafos Populares, em 2009. Desempenha atividades voltadas no campo da informação: fotografia, organização de acervos bibliográficos, artísticos, documentos digitais e físicos, pesquisa e memórias em geral. A fotografia de Monara perpassa pelas intencionalidades do registro de memória para as pessoas e lugares periféricos valorizando a estética e cotidiano local.
Na última quinta-feira, 30/10, a Direção da FCS recebeu Sérgio Amato, Diretor da Diretoria-Geral de Tecnologia da Informação da Uerj (DGTI), para conhecer as instalações do Laboratório de Redação (LAR) e da Sala Multimeios, ambas destinadas a atividades de ensino na Faculdade. O encontro foi marcado para agradecer Amato pelo esforço em atender demanda da FCS, que carecia de computadores para tornar funcional o LAR, fechado e sem atividades devido à obsolescência de seus equipamentos. Após as negociações da FCS com a DGTI, máquinas semi-novas foram cedidas para o LAR, permitindo seu pleno funcionamento como laboratório de ensino em 2025.2.

Na ocasião da visita, a Diretora da Faculdade, Profa. Patrícia Miranda, lembrou que a Direção da FCS adquiriu, entre agosto e início de outubro, dez computadores para a Sala Multimeios. O laboratório de ensino, utilizado por todos os discentes e docentes da Faculdade, passou a contar, assim, com uma configuração mais robusta em dez de suas 21 máquinas. A chegada dos novos computadores permitiu o remanejamento de equipamentos para o LAR que, somados àqueles cedidos pela DGTI, completaram as unidades de trabalho do laboratório. Os demais computadores substituídos da Multimeios foram realocados para as salas de aula que há muito necessitavam de atualização no hardware.
Segundo a Diretora, a proposta é “renovar paulatinamente os demais equipamentos até que os laboratórios de ensino LAR e Multimeios estejam plenamente operantes, com máquinas capazes de atender as demandas dos nossos cursos”.

A compra dos novos computadores para a Multimeios foi possível graças à transferência de recursos das Especializações em Jornalismo Cultural e Jornalismo Esportivo, coordenadas pelos professores Geraldo Garcez Condé e Fábio Iorio, respectivamente. Outra parte do montante veio da Especialização em Opinião Pública, coordenada pelo professor Renato Benazzi, do Departamento de Relações Públicas. Tais iniciativas retomam uma prática antiga: ao longo da história da FCS, muitas vezes as Especializações contribuíram significativamente para melhorias em ambientes e infraestrutura da Faculdade. Recentemente, a aquisição de mobiliário também financiada pelos cursos de pós-graduação Lato Sensu de Jornalismo permitiu a reinauguração da sala Revoluti.

O projeto da Direção para a Sala Multimeios é torná-la o laboratório de ensino mais bem equipado da FCS, de modo a atender as necessidades dos discentes quanto aos softwares e aplicações avançadas utilizadas no mercado de trabalho e em pesquisas. Lá já está instalada, desde 2023, uma lousa digital que trouxe grande contribuição às disciplinas práticas e teóricas nas quais as interações são mais exigidas.
A Direção da faculdade lembra que os computadores substituídos da Multimeios foram realocados para outros espaços da FCS, como o Laboratório de Redação (LAR), iniciativa que permitiu a retomada das atividades no local. Houve também realocação dos equipamentos para as salas de aula que há um tempo necessitavam de atualização no hardware.
Novo espaço de convivência
Na ocasião da visita, a Direção aproveitou a presença da Diretoria da DGTI e da DAA para inaugurar o Espaço de Convivência da FCS, no Bloco A. O local está destinado a atividades de estudo, encontros, reuniões, descanso e autorregulação de alunas e alunos. Para tornar o espaço acolhedor, investimentos vêm sendo feitos ao longo dos últimos meses: a retirada do insulfilm das portas, permitindo a plena iluminação do espaço; a abertura dos basculantes para garantir boa ventilação; a colocação de plantas para humanizar o ambiente; a alocação de bancos, mesa e cadeiras, e a recente compra de pufes para criar dinamicidade e a multifuncionalidade na utilização do mobiliário. A proposta é que o novo espaço seja autogestionado por todos que o utilizarem, estimulando o cuidado colaborativo do local, de modo que a própria comunidade da FCS se responsabilize por manter a área limpa, por garantir que ela não seja usada para refeições e por cuidar do patrimônio recém adquirido.

O espaço já vinha sendo amplamente utilizado por estudantes para estudo desde junho, quando houve sua abertura após a desativação de uma antiga sala que funcionava em desacordo com a legislação da Universidade sobre uso dos espaços físicos. Agora, o espaço ganhou pufes e, em breve, novas instalações elétricas serão feitas para carregamento de celulares, tablets e notebooks.



O Laboratório de Comunicação, Cidade e Consumo (LACON), da Faculdade de Comunicação Social da Uerj, realiza a 2ª edição do evento “BERRO! Expressão e Comunicação LGBTQIAPN+” nos dias 4, 5 e 6 de novembro de 2025, no campus Maracanã, Rio de Janeiro. O evento conta com o apoio da Faperj.
O objetivo do evento – cuja programação completa segue abaixo – é discutir as vivências LGBTQIAPN+, especialmente no campo da Comunicação Social, a partir da interseccionalidade entre raça, gênero e sexualidade. Importantes nomes da representatividade na luta pela população LGBTQIAPN+ participarão dos debates sobre os desafios e as conquistas da população LGBTQIAPN+ no mercado de trabalho e na academia; saúde mental; esporte; artes e política. Entre os confirmados no evento estão: Dani Balbi (deputada estadual do Rio de Janeiro); Benny Briolly (vereadora de Niterói); Rapha Vicente (influenciador digital); Renan Quinalha (professor referência na pauta LGBTQIAPN+); Bárbara Aires (consultora, produtora e secretária de equidade da Fiocruz); Thiago Soares (professor referência em cultura pop); entre outros.
“Uma iniciativa do Lacon, da Faculdade de Comunicação Social da Uerj. Trata-se de um evento aberto à sociedade, totalmente destinado a discutir questões da população LGBTQIAPN+ dentro do campo da Comunicação Social. A primeira edição, em 2019, foi um grande sucesso. Com muito orgulho e com o apoio da Faperj, realizaremos a segunda edição este ano. A expectativa é ainda maior. Contamos com a participação de todos”, afirmou Ricardo Ferreira Freitas, coordenador do Lacon.
Além das mesas, haverá a II Jornada Identidades, Gêneros, Corpos e Sexualidades, com grupos de trabalho com apresentação de artigos acadêmicos durante os três dias de evento. O objetivo é discutir uma sociedade democrática para os corpos dissidentes rejeitados pelo regramento cisheteronormativo.
Para mais informações, acompanhe o site e as redes do Lacon: Instagram, LinkedIn, Facebook, Youtube.
Haverá a emissão de certificado de horas complementares.
PROGRAMAÇÃO DAS MESAS
Dia 4/11/2025
Horário: 17h
Abertura: Elizabeth Macedo (Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa/Uerj), Fátima Regis (vice-diretora da Faculdade de Comunicação Social/Uerj), Vania Fortuna (coordenadora do Berro! Expressão e Comunicação LGBTQIAPN+).
Mesa: LGBTQIAPN+ na Academia e no Mercado de Trabalho
Palestrantes: Ricardo Freitas (Uerj), Renan Quinalha (Unifesp) e Alê Primo (UFRGS)
Local: auditório 91 (9º andar)
Dia 5/11/2025
Horário: 15h
Mesa: LGBTQIAPN+ no Esporte
Palestrantes: Marcelo Resende (Uerj), Marcelo Silva (Aquatrans), Leda Maria da Costa (Uerj).
Local: auditório 91 (9º andar)
Horário: 18h
Mesa: LGBTQIAPN+ na Cultura e no Entretenimento
Palestrantes: Thiago Soares (UFPE), Nlaisa Luciano (artista e educadora popular), Rapha Vicente (Influenciador digital) e Bárbara Aires (Fiocruz)
Local: auditório 91 (9º andar)
Dia 6/11/2025
Horário: 15h
Mesa: LGBTQIAPN+ e Saúde Mental
Palestrantes: Marcelle Esteves (Grupo Arco-íris), Mário Carvalho (UERJ) e Céu Cavalcanti (UFRJ)
Local: auditório 93 (9º andar)
Horário: 18h
Mesa: LGBTQIAPN+ na Política
Palestrantes: Ricardo Freitas (Uerj), Dani Balbi (deputada estadual do Rio de Janeiro), Benny Briolly (vereadora de Niterói) e Bruna Benevides (presidenta da Antra)
Local: auditório 93 (9º andar)
PROGRAMAÇÃO DA JORNADA
4/11/2025
Sessão 1 – 10h às 12h30
Sessão 2 – 10h às 12h30
Sessão 3 – 14h às 16h30
Sessão 4 – 14h às 16h30
5/11/2025
Sessão 5 – 10h às 12h30
Sessão 6 – 10h às 12h30
6/11/2025
Sessão 7 – 10h às 12h30
Sessão 8 – 10h às 12h30
***
SERVIÇO
Data do evento: 4, 5 e 6 de novembro de 2025
Locais: Auditório 91 e 93 (9º andar)
Como participar das mesas de debate: informações de inscrições em breve
II Jornada Identidades, Gêneros, Corpos e Sexualidades: PPGcom (10º andar)
Sobre o Laboratório de Comunicação, Cidade e Consumo (LACON)
O Laboratório de Comunicação, Cidade e Consumo (Lacon), da Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, é coordenado pelo professor Ricardo Ferreira Freitas e está vinculado ao Programa de Pós-graduação em Comunicação da Uerj.
A criação do Lacon, em 2012, possibilitada pelos recursos da FAPERJ, foi impulsionada pela motivação de pesquisadores da Uerj, dentre eles o próprio Ricardo Ferreira Freitas, a partir dos resultados de um projeto de pesquisa e extensão anterior, realizado em 2010. Intitulado “Comunicação e consumo urbano: ressignificando o uso e o descarte de resíduos” (Comgeres), esse projeto buscava estudar as opiniões da população carioca sobre o lixo, a fim de entender como a geração e o descarte de resíduos afetava a qualidade de vida dos moradores da cidade. Em parceria com Laboratório de Pesquisa de Mercado e Opinião Pública (LPO), foram realizadas duas pesquisas de opinião, aplicadas no estado do Rio, a fim de fornecer subsídios para a elaboração de um plano de ações de comunicação acerca do descarte consciente de lixo.
Com a consolidação do Lacon, houve uma ampliação na Faculdade de Comunicação Social da Uerj das pesquisas de graduação e de pós-graduação acerca do consumo e sua relação com a cidade e a comunicação. Outros temas que ganharam destaque foram a representação midiática da violência urbana, a produção audiovisual de imaginários sobre o Rio de Janeiro e os impactos gerados pelos megaeventos na cidade. Um reflexo desse crescimento é a oferta das disciplinas “Espaços de Consumo e Comunicação”, “Mídia e Espaços Urbanos” e “Comunicação, Lazer e Entretenimento” no PPGCom/Uerj.
Os esforços de pesquisa do Lacon também se direcionaram para a temática “Comunicação e diversidade”, impulsionada pelo retorno positivo obtido na primeira edição do evento “Berro! Expressão e Comunicação LGBTQIAPN+”, realizado em 2019.
Sobre a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj):
A história da Universidade do Estado do Rio de Janeiro é inaugurada em 4 de dezembro de 1950, com a promulgação da lei municipal nº 547. Ao longo dessas décadas, a Uerj cresceu e firmou-se como uma das principais universidades do país. Sua importância no espaço acadêmico brasileiro pode ser atestada pela qualidade da formação superior que oferece, pelo valor da sua produção científica, pelas centenas de projetos de extensão em desenvolvimento, pela promoção da cultura e pelos inúmeros serviços prestados à população. Pioneira na implantação do sistema de cotas para pessoas negras e pardas, desde 2003, a Uerj é referência sobre o tema em nível mundial.

A Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o Programa de Pós-graduação em Relações Étnico-Raciais do CEFET-RJ convidam a comunidade interna e externa para a exibição do documentário “Minha Voz Não Pode Calar” (2023), com a professora Dr.ª Danielle Araújo (PUC-Rio) e o professor Dr. Julio César Sanches (UERJ/PPRER-Cefet-RJ). A mediação será realizada pelo pós-doutorando Diego Cotta (UERJ).
O evento compõe o calendário de atividades do Novembro Negro UERJ 2025 e constrói diálogos com outras instituições. A atividade será realizada no dia 10/11/2025, segunda-feira, às 17h, no auditório 93, 9º andar, bloco F, UERJ, campus Maracanã.
Sinopse: O documentário Minha voz não pode calar aborda as conexões transnacionais das reivindicações por justiça racial em quatro contextos: Brasil, Peru, Espanha e Portugal. A partir das trajetórias de pessoas comprometidas com o combate ao racismo, o documentário apresenta os desafios e os caminhos experimentados pelos movimentos negro/afrodescendente e Romani que têm forjado novos horizontes de luta. São apresentadas e discutidas novas concepções de existência que vão muito além das soluções oferecidas pelos Estados nas últimas décadas, e focadas na “inclusão da diversidade”, na “integração” ou nas políticas de “policiamento comunitário”. Um relato sobre dor, luto e luta que nos oferece a possibilidade de perceber como os movimentos do povo negro/afrodescendente e Roma têm atuado em diversos âmbitos de produção de conhecimento e denúncia, nomeadamente do genocídio como um dos elementos centrais para compreender a natureza da violência contra essas populações e as suas manifestações em contextos específicos, para além das fronteiras do Estado-Nação. Tendo a autonomia como reivindicação e a resistência como prática diária, as trajetórias de luta destas pessoas nos convidam a refletir sobre novas formas de atuação política e, principalmente, sobre possibilidades de existência.
Documentário:
Minha voz não pode calar
(Portugal, 2023, 53m)
Direção: Julio César Sanches
Produção: Danielle Araújo e Silvia Maeso
Co-Produção: Sujeito Filmes; Nêga Filmes; IPMedia.
Apoio: documentário realizado no âmbito do projeto POLITICS (A política do antirracismo na Europa e na América Latina), financiado pelo Conselho Europeu de Investigação (acordo de subvenção 725402).