Em busca de uma nova redenção, Vasco elimina rivais e fará final da Copa do Brasil contra Corinthians

Em busca de uma nova redenção, Vasco elimina rivais e fará final da Copa do Brasil contra Corinthians

Cruzmaltino eliminou Botafogo e Fluminense nos pênaltis e fará decisão contra velho rival de fases melhores

Por: Augusto Oliveira

O Vasco chegou à final, eliminando o Fluminense no Maracanã. O cruzmaltino perdeu o jogo de volta por 1 a 0, mas como havia vencido o jogo da ida por 2 a 1, a decisão foi para os pênaltis, na qual mais uma vez brilhou a estrela do goleiro Léo Jardim, assim como havia acontecido na fase anterior contra o rival Botafogo e contra o Operário, nesta mesma edição. Na final, no jogo de ida, o Gigante da Colina empatou sem gols com o Corinthians, na Neo Química Arena.

No ano passado, o Vasco também chegou à semifinal da Copa do Brasil, mas foi eliminado pelo vice-campeão Atlético Mineiro. O gol de Hulk já na reta final da partida angustiou a torcida vascaína, que sonhava com a conquista do torneio nacional para “lavar a alma” depois dos piores anos da história do clube.

Entre 2008 e 2022, o Vasco jogou a segunda divisão 5 vezes; em 2021, caiu e sequer conquistou o acesso à Série A.

O Vasco foi rebaixado pela primeira vez em 2008. No ano seguinte, foi campeão da Série B e chegou às semifinais da Copa do Brasil, sendo eliminado pelo campeão Corinthians. A redenção definitiva veio em 2011, quando, na presidência de Roberto Dinamite, o cruzmaltino conquistou seu primeiro título da Copa do Brasil, foi vice campeão brasileiro e semifinalista da Copa Sul-Americana.

No entanto, em 2013 é novamente rebaixado. No ano do retorno, em 2015, chega a ser campeão estadual, mas é novamente rebaixado no Brasileiro. Em 2016 é bicampeão carioca, e conquista o acesso somente na última rodada. Após alguns anos na Série A, o cruzmaltino sofre uma nova queda em 2021. No mesmo ano, não conseguiu subir, no que pode ser considerado o pior ano da história do clube.

Em 2022, o Vasco transita para o modelo SAF e inicia uma reconstrução financeira e esportiva a passos lentos e instáveis, ao mesmo tempo em que assiste aos seus rivais cariocas empilharem títulos importantes. Apesar das campanhas irregulares, nos últimos campeonatos a equipe quebrou uma série de incômodos tabus contra times do G-12. Na Copa do Brasil, após eliminações vexatórias na modalidade para equipes inexpressivas em 2022 e 2023, o time transformou a disputa por pênaltis em um trunfo, chegando a 6 classificações dessa forma nos últimos 2 anos. 

Sob a gestão do ídolo Pedrinho, que rompeu com a 777 Partners e assumiu o controle do futebol do Vasco, a sua imensa torcida sonha em voltar a ser feliz, e vê uma chance de redenção pelos anos sombrios que passou nessa Copa do Brasil, na qual o time já eliminou Fluminense e Botafogo e faz final contra o Corinthians – um rival paulista que fez frente com o Vasco nos melhores anos dos dois clubes, em decisões marcadas por erros de arbitragem que favoreceram o alvinegro paulista, como impedimentos inexistentes no Mundial de Clubes de 2000 e na Libertadores de 2012, um pênalti claro não marcado em cima do atacante Élton no último encontro entre os dois times pela Copa do Brasil, em 2009. Houve ainda sucessivos erros de arbitragem ao longo do Campeonato Brasileiro de 2011, quando os dois times disputaram o título do Campeonato Brasileiro ponto a ponto e o Corinthians foi campeão na última rodada.

Os erros de arbitragem frustram a torcida do Vasco, que poderia ter uma história diferente e uma galeria de títulos muito maior se a arbitragem tivesse funcionado da maneira correta. Agora, a torcida cruzmaltina se sente mais próxima do que nunca de conquistar a tão sonhada redenção que pavimentará a estrada da reconstrução para que o Vasco recupere a sua posição de protagonista no futebol brasileiro que nunca deveria ter perdido e finalmente dê fim aos seus anos sombrios.

Brasileiros para se ficar de olho nas Olimpíadas de Inverno 2026

Brasileiros para se ficar de olho nas Olimpíadas de Inverno 2026

Quem são os atletas que podem ter os melhores resultados na Itália?

Por: Mariana Martins

Reprodução: Instagram (@nicole__silveira)

Nicole Silveira na sede das Olimpíadas de Inverno: melhor atleta do ano nos esportes no gelo

O Time Brasil está com altas expectativas para superar as campanhas anteriores em delegação e resultados nas Olimpíadas de Inverno. Nicole Silveira e Lucas Pinheiro são as duas maiores apostas para a décima participação do país no evento. Silveira compete no skeleton e vai para sua segunda Olimpíadas, enquanto Pinheiro busca fazer sua estreia com as cores do Brasil no esqui alpino. Os Jogos Olímpicos de Inverno em Milão e Cortina d’Ampezzo acontecem entre os dias 6 e 22 de fevereiro, época do ano em que as temperaturas marcam perto ou abaixo de 0°C, podendo chegar a mínima de -10°C nas cidades italianas.

Melhor atleta do ano nos esportes no gelo pelo Prêmio Brasil Olímpico, Nicole Silveira, de 31 anos, é um dos principais nomes entre os atletas brasileiros que praticam esportes no gelo e na neve. Natural de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, Silveira se mudou para o Canadá com a família aos sete anos de idade. Apesar de sempre estar envolvida com o esporte, o primeiro contato com os esportes de inverno foi apenas em 2017, e com o skeleton no ano seguinte, quando estava com 23 anos. 

Desde então, ela participou dos Jogos Olímpicos de Inverno de Beijing 2022, na China, quando se consolidou na modalidade. Silveira conquistou duas vezes o bronze nas etapas de PyeongChang e St. Moritz na Copa do Mundo de 2024, se tornando a primeira brasileira medalhista em um torneio de esportes olímpicos de inverno e alcançando o quarto lugar no mundial. Além de sua carreira como atleta, ela é formada em Enfermagem  e atua em sua área quando não está em temporada.

Reprodução: Instagram (@icebrasil)

Nicole Silveira durante a Copa do Mundo de Skeleton

Sua modalidade, o skeleton, é considerado um dos esportes mais radicais das Olimpíadas de Inverno. É disputado individualmente em uma pista coberta por gelo que deve ter entre 1.200 e 1.300 metros. O atleta usa um trenó e desce pela pista ganhando velocidade. Ganha quem fizer duas a quatro descidas com o menor soma dos tempos.

Reprodução: Instagram (@pinheiiiroo)

Lucas Pinheiro é o primeiro brasileiro a vencer uma etapa da Copa do Mundo

Lucas Pinheiro Braathen, de 25 anos, é uma aposta para o Time Brasil conquistar a primeira medalha nos Jogos Olímpicos de Inverno no esqui alpino. Filho de pai norueguês e mãe brasileira, Pinheiro praticava futebol na infância até começar no esqui por influência do pai. Até 2023, defendeu as cores da Noruega, conquistando duas medalhas no Mundial Júnior de Esqui Alpino, somando bons resultados em etapas da Copa do Mundo e vencendo o torneio de Slalom em 2023 com seis pódios em nove oportunidades. 

Em 2024 resolveu representar o Brasil internacionalmente. Desde o retorno, Pinheiro se tornou um prodígio da sua modalidade e conquistou a primeira vitória do Brasil na Copa do Mundo FIS em novembro deste ano. Para Milano-Cortina 2026, Pinheiro chega como uma esperança de obter o melhor resultado brasileiro nos esportes de inverno.  Além de atleta, ele é DJ, e gosta de moda: é modelo e desenha roupas. 

O esqui alpino faz parte dos Jogos Olímpicos desde 1936. Atualmente as categorias são divididas entre provas de velocidade e provas de velocidade e técnica. As provas de velocidade são o downhill e o super-G, que acontecem em apenas uma rodada em pistas íngremes e o vencedor é aquele que registra o menor tempo. As provas mais técnicas são o slalom e o slalom gigante, realizadas em duas etapas e o vence quem somar o menor tempo total. Essa é a única modalidade de inverno que contou com brasileiros entre as nove participações do Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno.  

As promessas de sucesso

As promessas de sucesso

Atletas e modalidades esportivas do Brasil para ficar de olho em 2026

Por: Eduardo Campos

O ano de 2025 está chegando ao fim. Ao longo dos últimos doze meses, alguns brasileiros ficaram em relevância pelo sucesso que obtiveram, muitos desses ganhando textos neste portal. Apresentamos um levantamento sobre possíveis sucessos brasileiros nos esportes em 2026, desde atletas individuais a esportes coletivos, para ficar de olho no próximo ano.

O principal assunto esportivo no ano que vem será a Copa do Mundo de futebol masculino. Ela vai acontecer de 11 de junho até 19 de julho, e apesar de o Brasil não ser o grande favorito a conquistá-la, a seleção pentacampeã não deve ser desrespeitada. Nomes como Vinícius Júnior, Marquinhos e Estêvão, além de um dos maiores técnicos da história, Carlo Ancelotti, irão buscar o hexa nos Estados Unidos, México e Canadá.

Reprodução: Instagram (@brasil)

Seleção brasileira em amistoso contra a Tunísia: o hexa vem?

Ano que vem também ocorrerá outra Copa do Mundo: a de tiro com arco. Ela é dividida em quatro etapas iniciais por México, China, Turquia e Espanha, e uma etapa final com os oito melhores arqueiros das primeiras etapas em local ainda não definido. A competição contará com o brasileiro top 2 do ranking mundial, Marcus D’Almeida, vice-campeão em 2014, campeão em 2023 e terceiro lugar em 2024.

Outro torneio de grande expectativa é o Pan-Americano de Ginástica Artística e Rítmica no Rio de Janeiro. O Brasil é um dos grandes favoritos nas duas categorias, juntamente com os Estados Unidos. O principal destaque fica por conta da volta de Rebeca Andrade, que se ausentou das competições em 2025 para preservar seu corpo. Ricardo Resende, diretor-geral da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), afirmou que buscará sediar, em um futuro próximo, o Mundial.

Reprodução: Instagram (@flavialopessaraiva)

Equipe feminina de ginástica artística, bronze na prova por equipes nas Olimpíadas de 2024

Além dos eventos esportivos já mencionados, existem outras modalidades com seus calendários habituais em que os brasileiros podem se destacar. No tênis de mesa, Hugo Calderano quer manter seu título da Copa do Mundo e buscar o segundo lugar no ranking mundial. Já no tênis, João Fonseca busca ganhar mais títulos e subir posições no ranking da ATP, enquanto Bia Haddad Maia busca recuperação após um ano conturbado. Na Fórmula 1, Gabriel Bortoleto espera superar seu ano de estreia na categoria com mais experiência e um carro novo. No skate, a atual campeã mundial Rayssa Leal quer manter seu título da SLS pelo quinto ano seguido. Por fim, Caio Bonfim e Maria Clara Pacheco, da marcha atlética e do taekwondo, que ganharam o Prêmio Brasil Olímpico em 2025, buscam continuar seus bons desempenhos para, quem sabe, serem novamente os vencedores da premiação em 2026.

Brasil nas Olimpíadas de Inverno: como foram as participações?

Brasil nas Olimpíadas de Inverno: como foram as participações?

País está a caminho da décima participação nos Jogos Olímpicos de Inverno em 2026

Por: Mariana Martins

Reprodução: Instagram (@icebrasil)

Time brasileiro de bobsled na sede das Olimpíadas de Inverno Milano-Cortina 2026

Em 2026, o Brasil vai dar continuidade a uma história que começou em 1992: pela décima vez seguida, haverá uma delegação brasileira competindo nos Jogos Olímpicos de Inverno. O evento esportivo que reúne modalidades disputadas no gelo e na neve acontece entre os dias 6 e 22 de fevereiro do ano que vem, com sede em  Milão e Cortina d’Ampezzo, na Itália. 

Para essa edição, o Brasil busca superar as campanhas anteriores em termos de delegação e resultados. Para isso, a Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN) investiu em estratégias para aproximar os atletas brasileiros às melhores condições de treinamento, como uso de instalações no exterior, intercâmbios e programas de incentivo para jovens competidores. Tudo que está sendo feito nesse ciclo é resultado de 33 anos de trabalho, que começou com sete atletas no esqui alpino em Albertville 1992.

Foto de Divulgação/CBDN

Delegação brasileira da abertura das Olimpíadas de Inverno Albertville 1992

A primeira participação do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno foi resultado da criação da Associação Brasileira de Ski (ABS) em 1989, o que tornou o país apto a participar do evento. A convite da Federação Internacional de Esqui (FIS), o Brasil levou seis homens e uma mulher para a cidade da França. Compuseram a estreia brasileira Christian Lothar Munder, Robert Scott, Hans Egger, Fabio Igel, Marcelo Apovian e os irmãos Sergio Schuler e Evelyn Schuler. O melhor resultado foi o de Evelyn Schuler: 40ª no slalom gigante. 

Nas edições de 1994 e 1998, apenas um atleta representou o Brasil. Em Lillehammer 1994, Christian Lothar Munder disputou o esqui alpino downhill em sua segunda Olimpíadas de Inverno. Quatro anos depois, Marcelo Apovian voltou à competição em Nagano, no Japão. Apovian competiu no esqui alpino, e atualizou o então melhor resultado brasileiro: conseguiu a 37º no Super G. 

Em uma edição marcada por estreias, a edição de Salt Lake City teve 10 atletas brasileiros em quatro modalidades diferentes. A introdução de esportes de gelo permitiu a participação da equipe brasileira no 4-man do bobsled: Renato Mizoguchi e Ricardo Raschini no luge, Franziska Becskehazy e Alexander Penna no esqui cross-country além de Nikolai Hentsch e Mirella Arnhold. Mais uma vez houve melhora nos resultados: o conjunto do 4-man bobsled conquistou a 27º colocação. 

Na última vez em que a Itália sediou os Jogos Olímpicos de inverno, o Brasil obteve um resultado histórico: Isabel Clark garantiu a nona colocação na prova de snowboard cross em Turim 2006. Nikolai Hentsch e Mirella Arnhold seguiram representando o Time Brasil e houve a estreia de Jaqueline Mourão no esqui cross-country com Hélio Freitas. O conjunto de 4-men bobsled também participou dessa edição entre os esportes no gelo. 

Reprodução: Instagram (@isabelclarksnow)

Isabel Clark disputando as Olimpíadas de Inverno de Vancouver 2010

Em Vancouver 2010, a delegação contou com cinco atletas de neve. Os estreantes Johnathan Longhi e Maya Harrisson disputaram no esqui alpino. Jaqueline Mourão foi novamente convocada para o esqui cross-country, ao lado de Leandro Ribela. Isabel Clark garantiu o melhor resultado brasileiro na edição ao ficar na 19º posição no snowboard. 

Foi estabelecido em 2014 o recorde de delegação: 13 atletas em sete modalidades para a edição sediada em Sochi, na Rússia. O Brasil estreou em quatro esportes, com Jaqueline Mourão no biatlo, Josi Santos no esqui estilo livre, Isadora Williams na patinação artística e Fabiana Santos e Sally Mayara no bobsled 2-women. Entre as categorias em que já havia participado, o Time Brasil seguiu com os mesmos representantes no esqui alpino e no esqui cross-country: Johnathan Longhi e Maya Harrisson e Jaqueline Mourão junto a  Leandro Ribela. O conjunto brasileiro de 4-men bobsled retornou às Olimpíadas e, mais uma vez, Isabel Clark foi a melhor brasileira na edição. 

Em PyeongChang 2018, na Coreia do Sul, o melhor desempenho brasileiro foi na patinação artística: Isadora Williams ficou em 24º colocação, e se tornou a primeira sul-americana a avançar para uma disputa por medalha na categoria feminina. Além dela, Michel Macedo e Isabel Clark disputaram o snowboard e Jaqueline Mourão foi convocada mais uma vez ao lado de Victor Santos. No gelo, as equipes de 2-men e 4-men no bobsled se classificaram.

Reprodução: Instagram (@brasilnaneve)

Delegação brasileira na cerimônia de abertura de Beijing 2022

Em 2022, Nicole Silveira fez sua estreia olímpica no skeleton e Sabrina Cass no moguls do esqui estilo livre. A cidade de Beijing, na China, também recebeu Jaqueline Mourão, Eduarda Ribera e Manex Silva no esqui cross-country. O bobsled obteve os melhores resultados da edição: classificou os conjuntos de 2-men e 4 men, garantindo top 20 com o quarteto. Além disso, Nicole Silveira ficou com a 13º colocação no skeleton feminino.  

A menos de 100 dias para Milano-Cortina 2026, a delegação brasileira segue atrás de vagas, que serão confirmadas até 18 de janeiro. As classificações podem ser conquistadas em mais de metade dos esportes através de etapas da Copa do Mundo e pontuações no ranking mundial para, quem sabe, o Brasil superar o recorde de delegação de Sochi 2014. 

Sesc RJ Flamengo: um começo avassalador

Sesc RJ Flamengo: um começo avassalador

Clube venceu todas as partidas no início da Superliga Feminina

Por: Murilo Soares

Foto: Reprodução (Carolina Scotton)

A temporada 2025/26 da Superliga Feminina começou no dia 20 de outubro, e por enquanto, apresenta uma equipe com 100% de aproveitamento: o Sesc RJ Flamengo. O que explica a boa fase do time carioca? 

Comandado por Bernardinho, técnico multicampeão por onde passou, o Sesc RJ Flamengo manteve a base da temporada passada, permanecendo com 10 atletas, e se reforçando com outras cinco: as levantadoras Giovana e Vivian, a oposta Tainara, a ponteira americana Simone Lee e a central sérvia Masa Kirov. Apostando em uma mescla de atletas experientes e jovens, o clube venceu seus 7 jogos no torneio, perdendo apenas 2 sets na vitória contra o Gerdau Minas por 3 x 2. Com um jogo a menos que a maior parte das equipes adversárias, as flamenguistas ocupam a 2ª posição com 20 pontos em 7 jogos. O Gerdau Minas lidera a competição com 21 pontos em 8 jogos.

Atleta da seleção brasileira, Tainara contou à AJ sobre a estabilidade do Sesc: “Bom, eu acho que a constância vem do treinamento, se a gente treina muito, a gente consegue aplicar melhor no jogo, e acho que é reflexo do que a gente faz no dia a dia mesmo. Obviamente que nenhum jogo na Superliga é fácil, mas se a gente impuser o nosso ritmo e fizer o que a gente treina diariamente, a gente consegue se sair bem.”

Foto: Reprodução (Carolina Scotton)

Tainara em entrevista à AJ após vitória contra o Brasília

O clube que firmou a parceria entre o Flamengo e o Sesc-RJ em 2020, visa a se tornar uma referência mundial no esporte, buscando disputar e vencer o Mundial de Clubes. Maior campeão do voleibol brasileiro com 36 títulos, incluindo 12 Superligas, o Sesc RJ Flamengo também quer voltar a vencer o torneio nacional após sua última conquista: o título de 2016/17. A próxima partida do time carioca na competição é contra o Sesi-Bauru em São Paulo, na sexta-feira (5), às 21h. 

Emoção até a última volta

Emoção até a última volta

Fórmula 1 entra em sua última corrida no ano com três pilotos na disputa pelo título

Por: Eduardo Campos

A Fórmula 1 de 2025 está se despedindo sem ainda conhecer o seu campeão. No próximo domingo (7), ocorrerá nos Emirados Árabes Unidos o último GP de uma temporada inesquecível. Repleta de surpresas e reviravoltas, ela ainda nos guarda um último capítulo de tirar o fôlego: a definição do título. O britânico Lando Norris, o holandês Max Verstappen e o australiano Oscar Piastri disputam ponto a ponto quem será o campeão. 

Desde o início do mundial, Norris e Piastri foram considerados os favoritos pelo excelente carro da McLaren. O atual tetracampeão Verstappen corria por fora por conta do seu talento, já que o carro da Red Bull sofreu com muitos problemas. O tempo foi passando, com o britânico e o australiano lutando ponto a ponto pela liderança. No entanto, após alterações no carro da McLaren e fases ruins dos dois pilotos, o holandês cresceu na disputa, conquistando pontos importantes e ultrapassando Piastri na classificação.

É com esse cenário que chegamos ao GP de Abu Dhabi: o líder Lando Norris tem 408 pontos, Max Verstappen tem 396 e Oscar Piastri tem 392. Para o título do britânico, basta ele ficar na frente dos outros dois ou torcer para Verstappen terminar no máximo em 4° e Piastri no máximo em 3°. O holandês precisa ganhar a corrida e torcer para que Norris termine no máximo em 4°, enquanto o australiano também necessita vencer o GP e torcer para Norris chegar no máximo em 6°.

Reprodução: Instagram (@F1)

Norris, à esquerda, Verstappen, ao centro, e Piastri: quem será o campeão?

A última vez em que uma temporada de Fórmula 1 foi tão acirrada ocorreu em 2021, justamente o primeiro título de Verstappen. O piloto da Red Bull disputou a liderança até o final contra o britânico Lewis Hamilton, à época na Mercedes, conseguindo uma ultrapassagem em cima do próprio Hamilton na última volta na mesma Abu Dhabi para ganhar o campeonato.

Para além da disputa pelo título, é necessário destacar que a Fórmula 1 contou com um brasileiro no grid após muitos anos. Gabriel Bortoleto, piloto da Sauber, estreou na elite do automobilismo após ser campeão da Fórmula 2 em 2024. Em seu primeiro ano na elite, Gabriel teve um início conturbado, mas mostrou competência para se recuperar e ganhar 19 pontos, tendo como melhor resultado um 6° lugar no GP da Hungria. No próximo ano, com a mudança de Sauber para Audi e provavelmente com um carro melhor, o brasileiro deve evoluir na categoria e superar a 19ª posição na classificação geral.

Reprodução: Instagram (@gabrielbortoleto_)

Gabriel Bortoleto no GP de São Paulo acena para a torcida

Nesse último GP, as luzes vão se acender às 10h, com transmissão da Band para todo o Brasil. Chegou a hora da decisão!

Mundial de Handebol 2025 começa para o Brasil

Mundial de Handebol 2025 começa para o Brasil

Seleção brasileira enfrenta Cuba, República Tcheca e Suécia na primeira fase, em Stuttgart, Alemanha

Por: Lívia Martinho

O Mundial de Handebol Feminino 2025 já começou, e o Brasil iniciou sua trajetória nesta quinta-feira (27) pela primeira rodada do Grupo G, com uma vitória por 41 a 20 diante de Cuba. A 27ª edição, que vai até 14 de dezembro, reúne as principais seleções do mundo na Alemanha e nos Países Baixos (antiga Holanda). 

Na primeira fase, as 32 seleções são divididas em oito grupos, e as três melhores de cada chave avançam para a Main Round. Nessa etapa, as seleções enfrentam três novas equipes e  as duas melhores de cada chave da Main Round avançam para as quartas de final, iniciando o mata-mata até as semifinais e a final.

Os próximos jogos da seleção brasileira serão no dia 29 de novembro (sábado) contra a República Tcheca e 1º de dezembro (segunda-feira) contra a Suécia, ambos em Stuttgart, Alemanha. Caso avance, a equipe seguirá para Dortmund na fase seguinte e, posteriormente, para Roterdã, sede das semifinais e da final.

Reprodução: Instagram/@cbhb1

Para o Mundial, o técnico Cristiano Rocha convocou 18 jogadoras. A lista reúne atletas que atuam majoritariamente na Europa, com apenas uma jogadora atuando no Brasil: Jamily Félix (Clube Português). 

Entre as jogadoras experientes, Alexandra Nascimento destaca-se pelo retorno histórico. Com 44 anos, a jogadora disputa seu oitavo Campeonato Mundial (2003, 2005, 2007, 2011, 2013, 2015, 2019 e 2025). Eleita a Melhor Jogadora do Mundo em 2012, integrou a equipe campeã mundial em 2013 e soma 415 jogos pela seleção.  Além dela, entre os principais nomes estão Bruna de Paula, uma das referências ofensivas da equipe; Patricia Matieli, jogadora fundamental na construção do jogo; e Gabriela Moreschi, goleira experiente que atua na Romênia.

Lista de convocadas:

Pivôs: Marcela Arouinian (Saint Amand Handball PH – FRA); Milena Maria (Szombathely – HUN) e Sabryne Santos (São Pedro do Sul – POR).

Centrais: Jhennifer Lopes (Saint Amand Handball PH – FRA); Maria Grasielly (Gurpea Beti-Onak – ESP) e Patricia Matieli (MKS Zaglebie Lubin – POL).

Armadoras: Bruna de Paula (Györ Audi ETO KC – HUN); Gabriela Bitolo (Tus Metzingen – ALE); Giulia Guarieiro (Thüringer HC – ALE); Kelly Rosa (Dunaujvaros Kohász KA – HUN); Mariane Fernandes (MKS Zaglebie Lubin – POL) e Micaela Rodrigues (BM Bera Bera – ESP).

Pontas-esquerdas: Jamily Felix (Clube Português – BRA) e Larissa Fais (CSM Corona Brasov – ROU)

Pontas-direitas: Alexandra Nascimento (Handball Erice – ITA) e Jéssica Quintino (CSM Baia Mare – ROU).

Goleiras: Gabriela Moreschi (CSM Bucharest – ROU) e Renata Arruda (Gloria Bistrita – ROU).

No dia 22 de dezembro de 2013, o Brasil conquistou o Campeonato Mundial pela primeira vez e única vez ao derrotar a Sérvia por 22 a 20. Nessa edição, ganhou os nove jogos que disputou e tornou-se a segunda nação não europeia (após a Coreia do Sul) e primeira da América a conquistar o título na história do torneio.

Além disso, o Brasil conquistou seis medalhas de ouro de forma consecutiva nos Jogos Pan-Americanos, incluindo o hexacampeonato em Lima 2019. Já nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, o Brasil fez sua melhor campanha, terminando em 5º lugar após ser eliminado pelos Países Baixos (antiga Holanda) nas quartas de final.

No Mundial que ocorreu na Espanha em 2021, a seleção brasileira enfrentou uma eliminação nas quartas de final para a Noruega, que terminaria campeã. Já na edição de 2023, a seleção fechou sua participação com quatro vitórias e duas derrotas, avançou à Main Round (fase em que as equipes classificadas levam apenas os pontos conquistados contra outras seleções que também avançaram e passam a jogar apenas contra as que ainda não enfrentaram), mas acabou eliminada antes das quartas.

Reprodução: Instagram/@jamily_felix_88

Entre as novidades desta edição está a estreia de Jamily Félix em um Mundial. Em entrevista à AJ, a ponta-esquerda do FMO/Português falou sobre a importância desse momento na carreira: “Disputar meu primeiro Mundial é a realização de um sonho que carrego desde quando comecei no handebol. Representar o Brasil neste nível é uma honra enorme e um marco na minha carreira.”

Sobre sua preparação para o torneio, Jamily destaca: “A preparação tem sido muito intensa e focada. Trabalho para chegar na melhor forma, física e mentalmente, sempre buscando evolução e ajustando detalhes.”

Por fim, Jamily revelou suas expectativas para o Mundial: “Quero ajudar a equipe no que for preciso, competir em alto nível e mostrar a força do handebol brasileiro.”

As partidas da Seleção Brasileira terão transmissão pelo SporTV, na TV por assinatura, e pela CazéTV, no YouTube.

Copa Brasil de Paraciclismo encerra temporada 2025 em Goiânia

Copa Brasil de Paraciclismo encerra temporada 2025 em Goiânia

Campeonato será realizado nos dias 29 e 30 de novembro

Por: Amanda Souza

Reprodução: Instagram/Foto: Míriam Jeske/CBC

Gilmara, medalhista de bronze no Mundial de Paraciclismo em Ronse, durante prova na categoria Handbike

Um dos principais eventos do calendário nacional do paraciclismo chega à sua etapa final. Nos dias 29 e 30 de novembro, Goiânia receberá a 4ª etapa da Copa Brasil de Paraciclismo de Estrada, organizada pela CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo), CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) e Instituto JF (Clube Fernandes de Ciclismo). A competição acontecerá em um circuito urbano da cidade.

O campeonato reúne os melhores atletas do paraciclismo brasileiro e distribui pontos válidos para os rankings nacional e internacional, fundamentais para garantir vagas nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028. 

Duas provas compõem a programação: contrarrelógio e resistência. No contrarrelógio, cada atleta larga individualmente e busca completar o percurso no menor tempo possível. Já na resistência, todos os competidores partem juntos, e vence quem cruzar a linha de chegada primeiro.

A Copa Brasil de Paraciclismo será disputada em quatro categorias: Ciclismo (C1 a C5), Handbike (H1 a H5), Tandem B e Tricycle (T1 e T2). Cada uma delas mostra como o esporte une alto rendimento e inclusão, com bicicletas adaptadas que garantem condições justas de competição e mantêm o nível técnico da modalidade. 

Confira as diferenças:

Ciclismo (C1–C5): bicicletas de estrada semelhantes às usadas no ciclismo olímpico, com ajustes específicos – como guidões, pedais ou câmbios adaptados – para diferentes perfis de atletas.

Handbike (H1–H5): impulsionadas pelos braços, variam de modelos reclinados a versões mais velozes, permitindo desempenho em diferentes níveis de mobilidade.

Tandem B: bicicletas duplas utilizadas por ciclistas com deficiência visual, acompanhados de um piloto-guia.

Tricycle (T1–T2): triciclos adaptados que oferecem estabilidade, possibilitando que atletas com dificuldades de equilíbrio participem em igualdade de condições.

Brasileiras no automobilismo: uma trajetória mais que centenária

Brasileiras no automobilismo: uma trajetória mais que centenária

Conheça as mulheres que abriram caminho para jovens pilotos chegarem às principais categorias do automobilismo

Por: Mariana Martins

Reprodução: Instagram (@rafaelafarreira.18)

Rafaela Ferreira venceu corrida da Fórmula 4 em Interlagos

Rafaela Ferreira e Aurelia Nobels representam o Brasil na Fórmula 1 Academy, categoria de corridas exclusiva para mulheres. As brasileiras ocupam um espaço que ainda é dominado pela presença masculina, mas seguem fazendo história. Rafaela Ferreira é a primeira mulher a vencer uma prova da Fórmula 4 Brasil, pelo time TMG, mesma equipe que contratou Aurelia Nobels quando não havia nenhuma garota na categoria. Ferreira subiu ao pódio mais uma vez durante o Grande Prêmio do Brasil, que ocorreu entre os dias 7 e 9 de novembro em São Paulo. Nobels é integrante da Academia de Pilotos da Ferrari desde 2022, conquistando a vaga ao vencer a seletiva do FIA Girls on Track – Rising Stars.

Muito antes de ser possível ver mulheres no automobilismo, as brasileiras obtinham conquistas individuais desde março de 1906, quando Maria Andréa Patureau de Oliveira obteve a aprovação no exame da fiscalização de veículos inédita para mulheres, o que a concedia a habilitação para dirigir. A garota vinha de uma família com boas condições financeiras e fugia do padrão esperado de uma mulher naquela época. Um ano antes da permissão definitiva, Andréa Patureau  já trafegava pelas ruas de São Paulo e chegou a inscrever seu carro para um páreo no Jockey Club Paulistano com apenas 16 anos.

Reprodução: Facebook (@polipartsacessorios)

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Venina Piquet foi a primeira brasileira a vencer uma corrida

Cerca de trinta anos depois, Venina Piquet foi a primeira mulher a ganhar uma corrida no Brasil. Em 1926, Piquet – que não tem parentesco com o tricampeão mundial Nelson Piquet –  tirou sua habilitação e em 1934 estreava nas pistas. A prova foi promovida pela Associação Sportiva Automobilística Brasileira (ASAB), e com o incentivo do marido, a piloto inscreveu seu Ford Tudor, que lhe garantiu uma das suas três vitórias em seis corridas que disputou até ser afastada pelo seu marido por “ordens médicas”. 

Em 1989, Suzane Carvalho começava sua carreira como piloto de kart, se tornando campeã brasileira na categoria no mesmo ano. Entre trabalhos como atriz e produtora teatral, Carvalho chegou à Fórmula 3 Sul-Americana e em 1992 participou do seu primeiro campeonato na Categoria B da Fórmula 2, somando títulos nacionais e continentais. O ápice da sua carreira foi em 1999, quando participou de cinco etapas do Campeonato Pan-Americano da Fórmula Indy Lights, com corridas nos Estados Unidos e no México. Apesar de receber convites das equipes Larousse e Minardi para correr na Fórmula 1, Carvalho não teve condições financeiras para assumir o assento. 

Reprodução: Instagram (@biaracing)

Bia Figueiredo subiu ao pódio pela Copa Truck

Uma das grandes referências brasileiras no automobilismo contemporâneo é a Ana Beatriz Figueiredo. Bia Figueiredo foi representante do Brasil na Fórmula Indy, disputou seis temporadas da Stock Car, é a primeira mulher do mundo a vencer na Firestone Indy Lights e na Fórmula Renault, além de conquistar uma pole position inédita na Fórmula 3 e um lugar para as 500 Milhas de Indianápolis. Atualmente ela disputa a Copa Truck, categoria que lhe rendeu mais um título na temporada de 2024. Diante do sucesso, Figueiredo se tornou presidente da Comissão feminina de automobilismo e representante da FIA (Federação Internacional de Automobilismo). A piloto é inspiração para a jovem Rafaela Ferreira, que também quer se tornar uma referência para a futura geração.

Torcedores símbolos da seleção

Torcedores símbolos da seleção

De Pacheco ao Movimento Verde Amarelo, alguns aficionados ficaram associados ao Brasil nas Copas do Mundo

Por: Eduardo Campos

Daqui a cerca de sete meses, ocorrerá o início de mais uma Copa do Mundo. Muito se fala sobre as incríveis seleções e os grandes jogadores que entrarão em campo, mas também é importante ressaltar a força dos torcedores que vão aos jogos apoiar seus compatriotas. Ao longo dos Mundiais, o Brasil teve vários personagens que viraram símbolos da torcida canarinho. Desde mascotes até grupos organizados, a seleção brasileira sempre esteve muito bem representada nas arquibancadas.

O início dessas movimentações aconteceu na Copa do Mundo de 1982, na Espanha. Durante as partidas, uma figura excêntrica chamava a atenção de todos os brasileiros: o Pacheco. Tratava-se de um personagem de quadrinho e posteriormente uma fantasia com medidas desproporcionais que era um apoiador fanático da seleção. Natan Pacanowski, a pessoa por trás da fantasia, foi escolhido para encarnar o personagem em uma campanha publicitária da Gillette e viajou ao evento, causando confusão por onde passava. 

Já na Copa de 1986, no México, quem chamou a atenção foi “Arakem, o showman”, ou José Antônio de Barros Freire, a pessoa que interpretava o personagem. Antes do início de cada partida pela televisão, o ícone da torcida brasileira aparecia em alguma situação muito divertida e embaraçosa, levando as mulheres que o rodeavam ao delírio. Tentaram reviver o personagem vinte e quatro anos depois, na edição de 2010, mas sem o mesmo impacto do anterior.

A partir da Copa de 1990, surgiu a figura mais lendária entre os torcedores brasileiros. Apelidado de “Gaúcho da Copa”, Clóvis Acosta Fernandes, que tinha 59 anos em seu último torneio, levou seu visual característico por todo o mundo, sempre carregando a fiel companheira taça da Copa do Mundo. Imagem recorrente em diversas partidas da seleção, ele marcou presença até o torneio no Brasil em 2014, já que acabou falecendo em decorrência de um câncer no ano seguinte. Como forma de homenageá-lo, seus filhos Frank e Gustavo mantiveram seu legado e viajaram para as duas copas seguintes.

Reprodução: Arquivo Pessoal

Gaúcho, ao centro, e seus dois filhos na Copa do Mundo de 2010

Após o falecimento de Gaúcho, a figura de torcedor da seleção foi passada para um grupo de brasileiros extremamente fanáticos. Desde a Copa de 2018, o Movimento Verde Amarelo tem como objetivo fazer com que as pessoas torçam para o Brasil da mesma maneira que torcem para seus clubes. Inicialmente apenas no futebol, atualmente eles apoiam o país em diversas modalidades e eventos esportivos, com direito a músicas, bandeiras e faixas de apoio aos atletas.

Reprodução: Divulgação/Movimento Verde Amarelo

Movimento Verde Amarelo na Copa do Mundo de 2022

Para a Copa do Mundo de 2026, espera-se que a torcida brasileira seja tão animada quanto vem sendo nos últimos torneios. Com muita festa e diversão, a arquibancada tem grande impacto no desempenho em campo da seleção, pois a alegria dos apaixonados contagia a todos que fazem parte do ambiente futebolístico.