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Brasileirão Feminino é sinônimo de força em campo e nas telas
Com jogos disputados, presença de público e mais espaço na mídia, o futebol feminino brasileiro reforça sua evolução.
Por: Lívia Martinho.
Com 16 times, o campeonato Brasileiro Feminino Série A1 2025 teve início em março e já mostra uma competição marcada pelo bom nível de jogo e crescente visibilidade. Com partidas transmitidas por emissoras como a TV Brasil e a Globo, em seu canal fechado SportTV, o torneio alcança cada vez mais torcedores dentro e fora dos estádios.
A final da Supercopa Feminina 2025, realizada no dia 15 de março (sábado), às 16h30m, no estádio Morumbis, marcou 11,3 pontos de audiência na Grande São Paulo com transmissão da TV Globo e SporTV.
O jogo entre Cruzeiro e Grêmio, 23 de março (domingo), às 18h30m, válido pela primeira rodada do Brasileirão Feminino A1 2025, teve transmissão pela TV Brasil e ultrapassou 2 pontos no Distrito Federal e mais de 1 ponto no Rio de Janeiro e em São Paulo, alcançando cerca de 194 mil domicílios nos três lugares, conforme divulgado pela Agência Brasil.
Créditos: Mauro Horita/CBF

Entre os destaques da primeira fase do Brasileirão estão clubes como Corinthians e Ferroviária, que seguem entre os favoritos ao título. No entanto, equipes como Cruzeiro e Flamengo têm surpreendido, mostrando que o campeonato está mais competitivo, elevando seu nível técnico.
Outro ponto positivo tem sido a presença de público, que vem crescendo cada vez mais ao longo do campeonato. Analisando a presença de público nas finais do Brasileirão Feminino temos os seguintes números:
2023 – Ferroviária x Corinthians: ida (9.899) e volta (42.556), média de 26.227,5
2024 – São Paulo x Corinthians: ida (28.420) e volta (44.136), média de 36.278
Além disso, o aumento na cobertura midiática ajuda a consolidar a imagem do campeonato. A Globo firmou um contrato para a transmissão das principais competições do futebol feminino, incluindo o Brasileirão Série A1. A Amazon lançou a campanha Elas entregam a raça. A Amazon entrega todo o resto, que contará com um filme protagonizado por 11 jogadoras de diferentes clubes do país. Essas ações reforçam o objetivo de ampliar a visibilidade e o reconhecimento do futebol de mulheres no Brasil.
Sites esportivos, páginas de jornalismo e influenciadores digitais passaram a divulgar mais informações, gols e bastidores da competição. Atletas como Amanda Gutierres (PAL), Fátima Dutra (Ferroviária) e Gabi Zanotti (COR) compartilham informações e momentos da competição em suas redes sociais, aumentando ainda mais a visibilidade do campeonato.
Com uma estrutura mais profissional e atenção do público cada vez maior, o Brasileirão Feminino se consolida como uma das principais vitrines do futebol de mulheres no país, com a consolidação de um calendário e o fortalecimento dos principais campeonatos. A expectativa é que a competição siga crescendo em audiência, qualidade e reconhecimento até a grande final em setembro.



