Concurso para professor adjunto: Depto de Relações Públicas (FCS) – acompanhe o processo

Acompanhe o processo aqui

A Faculdade de Comunicação Social (FCS/UERJ) estará com inscrições abertas, a partir de 29/04/2024, para 1 (uma) vaga de professor adjunto, na área de Relações Públicas, subárea Mídias Digitais.

CRONOGRAMA DO CONCURSO

Calendário para Isenções da Taxa de Inscrição:
a) Período para Solicitação da Isenção da Taxa de Inscrição: 28/04/2024 a 10/05/2024.
b) Período de Análise dos Pedidos de Isenção: 10/05/2024 a 17/05/2024.
c) Divulgação do Resultado dos Pedidos de Isenção: 17/05/2024, a partir das 17:00.
d) Período de Recursos sobre o Resultado dos Pedidos de Isenção: de 17/05/2024, a partir das 18:00, até
21/05/2024, às 23:59.
e) Período de Análise dos Recursos para Isenções: 22/05/2024 a 24/05/2024.
f) Divulgação do Resultado das Análises dos Recursos para Isenções: 24/05/2024, a partir das 14h.

Calendário Geral do Concurso:
a) Divulgação da composição da Comissão Examinadora – 14/06/2024, às 18h.
b) Sorteio do ponto para a prova escrita – 01/07/2024, às 9h.
c) Prova escrita – 01/07/ 2024, às 10h.
d) Leitura da prova escrita – 01/07/2024, às 14h30min.
e) Resultado da prova escrita e início do período de recurso da prova escrita – 02/07/2024, às 18h.
f) Término do período de recurso da prova escrita – 03/07/2024, às 18h.
g) Resultado do recurso da prova escrita – 04/07/2024, às 8:30min.
h) Divulgação da lista de pontos para a prova de aula – 04/07/2024, às 9h.
i) Sorteio do ponto para a prova de aula – 04/07/2024, às 9h30.
j) Prova de aula – 05/07/2024, às 9h30.
k) Resultado da prova de aula – 08/07/2024 às 18h.
l) Entrega de Títulos e Trabalhos – 09/07/2024, às 10h.
m) Divulgação do resultado final – 18/07/2024, às 18h.

O edital está disponível aqui.

Audiolab lança série sobre a ditadura militar. Confira o primeiro episódio.

O Laboratório de Áudio da UERJ (Audiolab) convida a ouvir, no seu tocador de podcast favorito, a série especial do programa Radioatividade, que te leva de volta aos 21 anos de terror que se instauraram no Brasil! Uma série feita pelos alunos da Faculdade de Comunicação da UERJ, que busca contar o período a partir de 4 perspectivas: Cultura, Esportes, Mulheres e Memórias.

Ligue o seu radinho e sintonize na Radioatividade, onde a Notícia que Ressoa é a Verdade que Ecoa!

O primeiro episódio: A Cultura na Ditadura esta disponível desde sexta-feira (07/06). Os próximos episódios estreiam quinzenalmente.

Cada programa conta com farto material sonoro da época e entrevista com especialistas.

Essa é mais uma produção do AudioLab UERJ!

Produção: João Barbosa, João Gabriel Nicolli, Jhonny Chavão, Mirely Morisco e Stephany Nunes.

Coordenação de Jornalismo: Gisele Sobral

Coordenação Acadêmica: Filipe Mostaro

Edição final: Ramon Lemes

Siga o Audilab para não perder nossas produções: @uerjaudiolab

10 a 13/06: Faculdade de Comunicação Social recebe segunda edição do FCS Cria

Evento convida alunos e egressos da FCS para discutir Comunicação, Arte e Sustentabilidade

 
 
O FCS Cria: Comunicação, Vivências e Arte acontece nos dias 10, 11, 12 e 13 de Junho, no Campus Maracanã, da Uerj, no Auditório 91 (9º andar) e no Auditório do PPGCOM (10º andar). Promovido pela turma de Produção de Eventos, do sétimo período do curso de Relações Públicas, o encontro visa promover discussões sobre as interfaces entre Comunicação e Arte, trazendo, como convidados, graduandos e egressos dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas da Faculdade de Comunicação Social.
 
O evento é gratuito, mas as inscrições devem ser feitas pelo Sympla para garantir horas de Atividade Complementar. A segunda edição do FCS Cria conta com o apoio do PPGCOM/Uerj, do Centro de Estudos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável (CEADS), da Atlética de Comunicação e Artes da UERJ, da Gráfica da Uerj, da Cantina do 10° andar, Expresse!, Laboratório de Foto da Uerj (LabFoto), Feira Moda Mundi, Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Uerj (PPGCom/Uerj).
 
Confira a programação completa:
 
10/6, às 18h – Performance de poesia slam com Da Costa (FCS/Uerj)
10/6, às 18h30 – Mesa ‘ESG na Comunicação – Como projetos sócio-ambientais podem ser implementados pela comunicação’, com Carolina Ochsendorf (L’Oréal), Cecília Seabra (Ceci) e Maria Augusta Seixas (Petrobras)
 
11/6, às 10h – ‘Comunicando Histórias’, com Math de Araújo (FCS/Uerj), Leda Costa (FCS/Uerj) e Ricardo Benevides (FCS/Uerj), com mediação de Cristina Normandia (FCS/Uerj).
11/6, às 18h30  – Oficina de Fotografia, com Jota Lima (FCS/Uerj) e Marcus Philippe (LabFoto/Uerj)
 
12/06, às 10h – Oficina de Sustentabilidade ‘Comunicação, Organização e Educação Ambiental’, com o Coletivo Jovem.
12/6, às 19h – ‘Como a arte está inserida no mercado da comunicação?’, com João Assis (Universal Music Brasil), Helena Duclos (Globoplay) e Marcus Philippe (LabFoto/Uerj), com mediação de Patrícia Rebello (FCS/Uerj)
 
13/6, às 10h – Oficina de Criação ‘Construindo sua Própria Narrativa Transmidiática’, com Gustavo Mangia (CiberCog/Laboratório de Mídias Digitais da UERJ).
 
Informações
Telefone: 21 99915-0065 (Vitória Nieto)
Instagram: https://www.instagram.com/fcscria?igsh=bHF2bTR4NHB6dXZ5
 

XVIII Abrapcorp contará com a participação de alunos e professores da FCS Uerj

XVIII Abrapcorp contará com a participação de alunos e professores da FCS Uerj

Texto: Juliana Araujo*
 

A Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) promove, entre os dias 8 e 10 de maio, a 18ª edição do Congresso Brasileiro Científico de Comunicação Organizacional e Relações Públicas. O evento será sediado na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em Curitiba.

Em 2023, o Congresso foi realizado na Uerj, marcando a volta presencial após três edições no formato online. O tema foi “Comunicação, ativismo e organizações” e abordou o papel da comunicação na luta por realidades mais igualitárias e a ideia de ativismo, que ficou muito visado pelas empresas nos últimos tempos. 

Na edição de 2024, a temática “Comunicação, organizações, arte e cultura” será tratada, destacando como essas áreas refletem no trabalho dos profissionais de Relações Públicas. A participação da Faculdade de Comunicação Social (FCS) da Uerj será marcada por apresentações de trabalhos dos professores Fausto Amaro, Ricardo Ferreira Freitas e Vania Fortuna, além dos pesquisadores Ana Teresa Gotardo, Igor Lacerda, Marcelo Resende e Ricardo de Castro, do Laboratório de Comunicação, Cidade e Consumo (Lacon), e Inês Garcia de Almeida Rocha, Relações Públicas formada pela FCS.

Os alunos bolsistas do Lacon, Carlos Matos e Pedro Rubim, ministram o Workshop “Produção de newsletter: ‘Berro’, comunicando a diversidade!”, supervisionados pelo professor doutor Ricardo Ferreira Freitas, que fará parte do pré-congresso, que acontece nos dias 6 e 7 de maio.

Os estudantes de Iniciação Científica do Laboratório de Mídias Digitais (LMD), coordenado pela professora doutora Fátima Regis, apresentam o trabalho “Gestão de Crise no caso Taylor Swift no Brasil”, com autoria de Manuela Tostes, Isis Cardoso, Alice Santos, Tauana Marques, Eduardo Brum e Luciano Filho, sob supervisão das professoras doutoras Fátima Regis e Renata Monty.

O Congresso Abrapcorp acontece anualmente e reúne profissionais e estudantes de Comunicação e Relações Públicas por meio de apresentações de artigos, workshops e defesas de trabalhos, sempre dialogando com temáticas de relevância para a atualidade. 

Confira a lista dos trabalhos aprovados:

  • “‘Cansei de ser bela, eu quero o real’: feminilidades, masculinidades e consumo no filme infantil Encanto (2021)”, por Igor Lacerda (Uerj) e Ana Teresa Gotardo (Uerj)
  • “Shoppings Centers – como tornarem-se espaços inclusivos? Um ensaio preliminar a partir dos olhares de parte da diversidade”, por Ricardo de Castro (Uerj) e Ricardo Ferreira Freitas (Uerj)
  • “O impacto do branding digital no crescimento de pequenas empresas de moda feminina: o caso da marca Makai Bikini”, por Inês Garcia de Almeida Rocha (Uerj) e Fausto Amaro (Uerj)
  • “Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ: futebol e estratégias de comunicação como resistência ao discurso bolsonarista”, por Marcelo Resende (Uerj), Vania Oliveira Fortuna (Uerj) e Ricardo Ferreira Freitas (Uerj)
  • “Gestão de crise no caso Taylor Swift no Brasil”, por Manuela Nascimento Tostes da Silva (Uerj), Isis Cardoso (Uerj), Alice Santos (Uerj), Eduardo Brum (Uerj), Luciano da Rocha (Uerj), Tauana Marques (Uerj), Renata Monty (Uerj) e Fátima Regis (Uerj)

As inscrições para participar do 18º Congresso Abrapcorp ficam abertas, no site da Abrapcorp, até o dia 8 de maio, com oficinas gratuitas, mesas e minicursos. Os temas e a programação completa do Congresso estão disponíveis também no site do evento (https://app.ciente.studio/abrapcorp2024). 

*Aluna do Curso de Jornalismo da Uerj. Texto revisado pela professora doutora Renata Monty.

27/05: Projeto FCS Cine Livre exibe o filme “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão”

O projeto PROTEC FCS CineLivre promove a exibição do filme Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão (1980), de Pedro Almodóvar.

Sinopse
Num conjunto habitacional de Madri, Pepi (Carmen Maura), desempregada, ainda bancada pelos pais, é estuprada por um policial que descobre maconha em sua casa. Junto com a melhor amiga, Bom (Olvido Gara), líder de um grupo punk, ela resolve se vingar. Acabam se aproximando de Luci (Eva Siva), masoquista esposa do estuprador. O plano era apenas separar o casal, mas Luci começa um relacionamento com Bom. Nasce entre as três uma grande amizade. Juntas vivem um período diferente em suas vidas.

Data: 27/05 (segunda-feira)
Horário: 
14h
Local:
Auditório do PPGCOM/FCS/UERJ (10º andar, bloco F, sala 10.121)

***

O PROTEC FCS CineLivre, coordenado pelo servidor Rafael Nacif, Relações Públicas do LACON com vinte anos de casa, conta ainda em sua equipe com a participação dos servidores Celestino Batista, da Prefeitura, e Rosangela Pena, da DAF.
O referido PROTEC consiste em exibir obras audiovisuais no auditório do PPGCOM/FCS/UERJ para todes, sem distinção.

UERJ recebe a “II Semana de Jornalismo da ABI”

UERJ recebe a “II Semana de Jornalismo da ABI”

Texto: Mariana Dâmaso e Pedro Rubim*

 

 

A II Semana de Jornalismo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) teve um de seus debates realizados na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), no dia 4 de abril, em  parceria com a Faculdade de Comunicação Social (FCS). Com o tema “60 anos do golpe de 64”,  o encontro recebeu o professor e jornalista Chico Otávio (PUC-Rio), a reitora da Uerj, Gulnar Azevedo e Silva, o médico, professor e sindicalista Luiz Roberto Tenório, a historiadora Andrea Queiroz, membro da Comissão da Memória e Verdade da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a jornalista e pesquisadora Rejane Nogueira (UFRJ).

A diretora da FCS, Patricia Miranda, mediou o debate e iniciou a mesa, citando a importância da Semana da ABI estar passando pelas universidades, contando e recontando uma história de luta e resistência de uma época dolorosa para o país, referindo-se ao período da ditadura militar brasileira, instaurada em 1964. 

“Estamos aqui para revisitar essas violências para que elas não mais se repitam. Para isso, precisamos contar aos jovens que não viveram esse período a história viva da ditadura. Uma história contada pelas vítimas, pelas testemunhas, pelos jornalistas, pelos pesquisadores que se debruçam em diferentes dimensões desse tema. Precisamos recontar essa história para que não venham dizer a vocês que o golpe foi uma revolução, que a ditadura não aconteceu”, enfatizou a diretora.

Nesse sentido, os participantes deram seus testemunhos pessoais de como o golpe de 1964 os afetou, partilhando histórias pessoais da ditadura e de como foi ser universitário e compor os movimentos estudantis durante o período.

O médico Luiz Roberto Tenório contou sobre seu histórico como estudante de Medicina da Uerj e sua participação no Centro Acadêmico Sir Alexander Fleming (Casaf), que lutou política e ativamente contra a ditadura cívico-militar de 64, junto de outras universidades, como a UFRJ. “Falar que o golpe foi apenas um golpe militar é um equívoco. Foi um golpe militar com o apoio significativo da classe média”, destacou.

Em sua fala, o jornalista Chico Otávio reforçou a importância da mobilização social e do jornalismo sobre os crimes da ditadura. “Quando eu vejo que tem gente na imprensa europeia até hoje debruçada sobre os casos da Segunda Guerra Mundial, eu vejo que nunca é tarde para a nova geração de jornalistas revisitar os crimes da ditadura militar“, opina.

A historiadora Andrea Queiroz, diretora da Divisão de Memória Institucional e membro da Comissão da Memória e da Verdade, ambos da UFRJ, apontou a urgência em se falar sobre como o autoritarismo e seus agentes políticos e sociais, em diferentes épocas, atuaram dentro da Universidade e deixaram marcas de sua trajetória até os dias atuais.

“Estamos tocando na ferida, mas ao mesmo tempo, estamos tocando nas memórias que estão cristalizadas dentro da instituição, personagens que vão dar nome de auditório e de prédio, e que representam as marcas desse período autoritário na UFRJ. O contraponto que fazemos é o levantamento da memória de professores e alunos cassados, presos e exilados, que puderam voltar para a instituição posteriormente, como o professor Alberto Luiz Coimbra, fundador da Coppe, que só retornaria na década de 1980.”

Rejane Nogueira, ex-aluna do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira da Uerj (CAp-Uerj) e pesquisadora sobre negros no movimento estudantil contra ditadura, na UFRJ, comentou sobre o racismo no regime militar de 1964, compartilhando a história de seu pai, Ailton Benedito de Sousa, militante negro e ex-estudante de Direito da, agora, Uerj. Nogueira, ainda, se debruça sobre suas vivências como filha de um pai perseguido pelo regime:

“Sou a terceira filha de acadêmicos e militantes negros e vivenciei a ditadura a partir desse lugar de filha. Eu e meus irmãos experimentamos todas as mazelas que a tortura, o encarceramento, a exclusão promovem em pessoas que são vítimas de tamanha opressão (…). Como pesquisadora negra, vou tentar dar voz e lamento a essas narrativas silenciadas quando se trata da memória da ditadura”, declara Rejane.

A reitora Gulnar Azevedo e Silva finalizou ao apontar sobre a história que, ainda que dolorosa, precisa ser contada. “São feridas que não foram cicatrizadas, é nosso papel recuperá-las (…). Os jovens não conhecem a história. Nós vivemos, de algum lugar e em algum momento, essa história, e a gente vê que ela ainda repercute. E isso tem que ser falado com muito cuidado e carinho, com muita atenção, mas a gente não pode esconder”, acentua.

Os debates foram transmitidos ao vivo pelo canal da ABI no YouTube. A mesa da Uerj foi transmitida também pelo canal FCS na plataforma. 

*Alunos do Curso de Relações Públicas da Uerj. Texto revisado pela professora doutora Renata Monty.

Professora Fátima Regis é empossada como vice-diretora da FCS

Professora Fátima Regis é empossada como vice-diretora da FCS

Cerimônia destacou processo democrático na Universidade

                                                                                                                                                                    por Pedro Castello Branco
Da esquerda para a direita: professora Patrícia Miranda (diretora FCS); reitora Gulnar Azevedo; professora Fátima Regis (vice-diretora FCS); e vice-reitor Bruno Deusdará.

A Uerj realizou, no dia primeiro de abril, a cerimônia de posse dos vice-diretores de unidades acadêmicas eleitos para o quadriênio 2024-2027, na Capela Ecumênica, no Campus Maracanã. Representando a Faculdade de Comunicação Social (FCS), a professora doutora Fátima Regis Oliveira foi empossada como nova vice-diretora. Fátima é formada em Relações Públicas pela Uerj e faz parte do corpo docente do curso desde 2012.

Para o próximo quadriênio, ambos os cargos de diretor e vice-diretor serão compostos por mulheres. Ao lado de Fátima está a professora doutora Patrícia Miranda, que foi reeleita pela comunidade acadêmica para continuar seu mandato pelo segundo quadriênio.

O evento contou com apresentação artística do Coral Altivoz, sob regência do maestro Mário Assef, e com a presença da Reitoria, Pró-reitores, diretores de centros setoriais da Uerj, assim como de familiares e amigos dos vice-gestores, e estudantes da Universidade.

Em seu discurso, a reitora Gulnar Azevedo e Silva reforça a importância da reflexão do papel das eleições dentro da universidade para a garantia da democracia no ambiente acadêmico. 

“Os vice-diretores são fundamentais para isso. Entendemos que trabalhar em conjunto é o nosso objetivo, e queremos garantir que essa perspectiva seja de muita dignidade e realização. O trabalho é coletivo, é de todo dia, na defesa incondicional da nossa democracia.”, enfatiza a reitora.

A professora Luciana Ghussn, eleita vice-diretora da Faculdade de Tecnologia Uerj – Resende, foi a representante dos empossados a discursar na tribuna. Em sua fala, destacou a importância do trabalho coletivo para o fortalecimento das bases educacionais na universidade, formando alunos éticos e resilientes. “Nossa universidade é um espaço de diversidade e de diálogo, onde cada voz contribui para o enriquecimento de todos, e é essencial fortalecermos nossa cultura de respeito e cooperação.”, enfatizou Luciana. Concluindo seu discurso, a professora acrescentou a importância do papel dos empossados como, acima de tudo, educadores, e defende um futuro com a comunidade acadêmica mais unida para um futuro melhor na Universidade.

Para conferir a transmissão completa da cerimônia, acesse o canal da TV Uerj.

*Pedro Castello Branco é estudante do curso de Relações Públicas da Uerj

Muniz Sodré lota Teatro Noel Rosa em aula inaugural da FCS

Muniz Sodré lota Teatro Noel Rosa em aula inaugural da FCS

Texto: Yasmim Cavalcanti*

O sociólogo, jornalista e professor emérito pela UFRJ, Muniz Sodré, realizou a aula magna da Faculdade de Comunicação Social (FCS) sobre Cultura Digital no Teatro Noel Rosa, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), na última quinta-feira (21), mediado pelo professor doutor Ricardo Ferreira Freitas. Com capacidade para 256 pessoas, entre alunos de graduação de jornalismo, relações públicas e docentes da FCS, o teatro lotou e ainda contou com transmissão ao vivo. 

Ao tratar o tema das tecnologias, Sodré destaca como nenhuma cultura resiste à sua digitalização, já que a tecnologia sem a cultura se fecha em torno de si própria, se ausenta de história, e é assim que ela se transforma em uma sociopatia. Também citou A Filosofia do Amor, de Simmel, discutiu como a arte é ainda uma forma de ruptura, que vai de encontro à “irredutibilidade do indivíduo”, e como a política digitalizada é o extermínio da representatividade, além de enfatizar a importância da imprensa, no papel de antídoto à rede.

Segundo Muniz Sodré, “a internet é a naturalização do anarquismo”, uma coletividade organizada sem uma autoridade, assim destacando a importância da instituição jornalística e que ela não se separa das relações públicas. Além disso, o professor reforça que “o vício é a vingança secreta do objeto contra a soberania do sujeito”, ainda no âmbito da capilaridade das redes.

A estudante de jornalismo, Jullyene Gomes, relata com entusiasmo como foi ter essa experiência acadêmica: 

“Para mim é uma honra receber em nosso campus um profissional consagrado na área de jornalismo, além de ser um sociólogo incrível. Poder dividir o seu conhecimento ali com a plateia, com o corpo docente e discente, e, ao mesmo tempo, abrangendo tantas áreas, entre as perguntas e respostas de um certo momento, foi muito interessante ver como o Sodré consegue lidar com diferentes assuntos, dentro de questões tão diversificadas, e ele respondeu com todo carinho e toda dedicação. Foi um momento muito incrível de estar ali pessoalmente”.

A transmissão da aula se encontra no canal da FCS no Youtube.

*Estudante de Jornalismo da FCS, com supervisão da doutora Renata Monty.